Follow me:

egnartS si efiL

ou Life is Strange.

Janeiro foi um mês de muita jogatina. Consegui terminar o lindo Child of Light e o fofo Unravel. Em um pequeno horizonte de tempo, eu quis ser Aurora, eu quis ter um amigo iluminado como o Igniculus e eu me encantei por um novelo de lã.

Como estou sem computador para jogar, o World of Warcraft ficou de lado e minha mage se aposentou por tempo determinado. Ela deve tá viajando por Azeroth, gastando mana em coisas inúteis. Sei bem como a Nertel é. 😊 Mas ficar longe do WoW me proporcionou coisas boas: joguei outros títulos e  me apaixonei por Life is Strange.

Terminei LiS há algumas horas. Nunca me senti tão envolvida emocionalmente com um jogo antes. Eu não conseguia parar de jogar, eu queria mais de Max e Chloe (as personagens principais). Max estuda fotografia e tem um perfil mais introvertido. Chloe, melhor amiga de Max, tem aquele perfil mais rebelde e um cabelo azul! 😍 Bom, peço desculpas pela má qualidade das informações, mas eu tenho receio de quebrar a mágica das coisas e fornecer algum spoiler sem querer.

Não quero dar muitos detalhes (como eu já disse anteriormente), mas Max descobre que pode voltar no tempo e mudar algumas ações/escolhas. O jogo se desenvolve nessa temática e aborda assuntos importantes e atuais como mudanças climáticas, bullying, drogas, suicídio e depressão. Também tem literatura, fotografia, arte em geral, música, teoria do caos, efeito borboleta, amizade, dúvidas e, principalmente, empatia.

Os cenários são lindos, os diálogos fluem muito bem, o relacionamento de Max e Chloe é cativante e a trilha sonora é muito adequada. Eu chorei bastante com esse jogo. Eu ri bastante com esse jogo. Eu parei para refletir bastante com esse jogo.

Max e Chloe são mulheres fortes que buscam por justiça em um mundo podre. Eu vou falar desse jogo por semanas ainda.

E se você já jogou e quiser entrar para o fã clube, fique à vontade.

No emoji.

Previous Post Next Post

No Comments

Leave a Reply