Follow me:

Casualmente Postando sobre Chuchu

Eu escrevo quando posso e quando a criatividade me visita, mas fico aflita por não postar aqui de forma padronizada e frequente. Por outro lado, não quero postar de forma padronizada e frequente, pois o objetivo não é digitar palavras vazias para manter o espaço etéreo atualizado.

Em suma: os conflitos internos de uma blogueira casual podem ser mais profundos do que você imagina. 😆

Deixando o drama introdutório de lado, gostaria de manifestar o meu carinho pelo Lightroom e pelos presets que posso utilizar. Com o auxílio dessa ferramenta mágica, consigo granular as minhas fotos, colocá-las em B&W e passar um ar de processo analógico que, na verdade, é 100% digital.

Na minha cabeça, a soma entre granulação e suave desfoque resulta em “atmosfera analógica nostalgia pura”. E para vocês? Quais são as caraterísticas que definem a fotografia analógica?

Minha refeição da tarde: uma cumbuca de iogurte grego, cerejas frescas, amêndoas e melado de cana. Eu também gosto das cerejas falsas, aquelas feitas de chuchu e que nos enganaram por toda uma vida. Eu também gosto de chuchu e fico sentida quando falam que tem gosto de nada. Tem gosto de chuchu, oras. A ciência ainda não definiu o  gosto do nada, então, por gentileza, reflita sobre essa questão antes de caluniar a neutralidade palatável do chuchu.

O presente post é, basicamente, um fiel retrato do que sou: uma bagunça ilógica que se inicia com software de edição e termina em chuchu.

– O post foi escrito ao som de Grey Machine – Pinback.

Previous Post

1 Comment

  • Reply Claudia Hi

    Definiu perfeitamente as fotos analógicas. Inclusive esses dias fiz um present (no photoshop) assim. rs

    Também sempre tenho esses conflitos blogueirísticos. Acho que é porque não existe certo nem errado e por isso é difícil encontrar uma linha tênue.

    haha adorei sua defesa ao chuchu. Talvez as pessoas exagerem por ter um gosto… suave? rs

    December 4, 2017 at 7:55 am
  • Leave a Reply